quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quinta-feira, 24 de março de 2016
Porquê é que o verdadeiro surge sempre no nevoeiro, sempre velado, e é tão exigente cumpri-lo ou reproduzi-lo? Umas das razões é seguramente a pressa e a falta de calma de quem o persegue: o seu passo -- pressupondo sempre a completude -- é demorado e quem o ultrapassa não o reconhece.
Aproxima-se sempre a tempestade, o fim é inevitável; o tempo tudo e todos transforma em pó.
Onde estais senão na minha memória? A minha memória que cresce até já não caber na minha cabeça.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
domingo, 29 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
domingo, 8 de março de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
O desespero e a tristeza sobem por mim acima.
Penso insistentemente no meu ferimento, com três ou quatro anos, ao transpor a vedação de arame farpado que então dividia a avenida na cidade onde vivia. Ainda hoje guardo a cicatriz.
Ou na minha cabeça ligada com o sangue a tingir a ligadura quando, ao colo do meu tio, regressava do hospital.
(recordações de infância)
As preocupações, insidiosas, parecem víboras no meu cérebro, deslizando umas sobre as outras até se tornarem indistintas e incontáveis: devia fazer uma lista para as poder imobilizar.
terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
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